Pra começo de conversa, não estou demonizando o glúten. Apenas é um convite para refletirmos sobre esse elemento que gera tanta polêmica. Por diversas vezes ouvimos que o glúten não faz mal para quem mantém uma dieta equilibrada. Mas como ignorar os sintomas de alguém que não é portador de doença celíaca, que mantém uma alimentação equilibrada, e mesmo assim sente desconfortos quando consome glúten?
Existem cada vez mais evidências do potencial inflamatório da proteína do trigo (o glúten), associando-a ao surgimento e/ou agravamento de diversos males de saúde. Muitas vezes podemos ser tomados por aquele preconceito de que comida sem glúten não tem graça, ou por aquela indagação: mas se tirar o glúten, vou comer o quê? Calma! Não é da noite para o dia que você fará isso, estamos falando de um processo.
Substituir o pãozinho francês de todo dia, intercalando com outros alimentos (uma tapioca, por exemplo – cuidado com o recheio), diminuindo o consumo de massas, aprendendo receitas novas de bolos com substituições para a farinha de trigo… e assim, de pouco em pouco (e com criatividade), você verá que é possível viver sem glúten. Mas antes converse com um médico ou um nutricionista de confiança, combinado?