A endometriose se caracteriza pelo crescimento do endométrio para fora do útero pela ação “desregulada” do estrogênio, o que acarreta em vários distúrbios à saúde feminina, podendo inclusive levar a infertilidade. Dentre os fatores de risco para o seu desenvolvimento temos a predisposição genética, a baixa atividade do sistema imunológico e o estilo de vida. Por isso, para um tratamento adequado é importante identificar os mitos e as verdades dessa doença, para assim promover uma mudança de hábitos que irão auxiliar na melhora dos seus sintomas.
A primeira coisa, a saber, é que a endometriose apresenta um comportamento de doença autoimune. Desse modo, uma alimentação isenta de produtos inflamatórios e aliada à prática de atividades físicas pode promover uma série de benefícios as pacientes. Além disso, engana-se quem acha que quanto mais evoluída a doença, piores os sintomas, pois há casos de mulheres com endometriose avançada que apresentam poucos sintomas ou até mesmo nenhum. Portanto, é fundamental que o acompanhamento da mulher com endometriose seja feito com uma equipe multiprofissional, baseada numa medicina integrativa, holística e focada na paciente como um todo!